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Quanto custa fazer um site? O que muda o preço

3 min de leitura

Quem pergunta "quanto custa um site" recebe respostas de trezentos reais a trinta mil, e as duas podem estar certas. A pergunta está incompleta. O preço de um site é o preço de seis decisões, e vale saber quais são antes de comparar orçamento.

1. Quem escreve o texto

É o fator que mais muda o preço e o que menos aparece na proposta.

Site de agência barata vem com texto genérico: "soluções completas para o seu negócio". Site que vende tem texto escrito para o seu cliente, com o que ele busca e o que ele teme. Escrever isso leva horas de conversa com você — e é por isso que custa.

Um teste rápido: se o orçamento não menciona quem escreve os textos, o texto vai ser você quem escreve. Depois.

2. Se ele funciona no celular de verdade

Caber na tela é o mínimo, e o mínimo é o que o barato entrega. Funcionar no celular é outra coisa: botão que cabe no polegar, WhatsApp que abre a conversa ao toque, formulário que dá para preencher com uma mão.

Os cinco testes que a gente aplica são a diferença entre um site responsivo e um site que gera contato. Três deles são critérios do nosso diagnóstico.

3. Se ele carrega rápido

O Google mede: LCP até 2,5 segundos é bom. Acima de 4, ruim. Um site com foto de 4 MB tirada do celular e subida sem comprimir passa de 4 com folga.

Compressão de imagem, hospedagem decente e menos plugin custam trabalho de quem constrói — e é trabalho que não aparece na tela. É por isso que quem cobra barato pula. O que faz um site ser lento e o que custa consertar.

4. Se o Google consegue ler

Title, meta description, H1, texto alternativo em imagem. Quatro coisas invisíveis para quem olha o site, decisivas para quem busca no Google.

No nosso diagnóstico, faltar title ou description vale 8 pontos; faltar H1, 4; imagens sem alt, 3. Doze pontos que o site barato costuma deixar na mesa — e que você só descobre quando o site não aparece.

5. Se dá para medir

Pixel da Meta e Google Analytics instalados e com evento marcado: clique no WhatsApp, envio de formulário. Sem isso, o site é um cartão de visita — não dá para saber se trouxe alguém.

Quinze pontos no diagnóstico. E o fator que decide se o tráfego pago vai funcionar depois.

6. Quem cuida depois

Domínio vence. Certificado vence. Plugin precisa de atualização. Hospedagem cai.

Site sem ninguém cuidando vira, em dois anos, um site com copyright de 2024, telefone antigo e aviso de "não seguro". Os sinais de abandono são o custo do site "pronto e entregue" que ninguém revisita.

O custo invisível do mais barato

Somando: o site de trezentos reais costuma ter texto genérico, funcionar mal no celular, carregar devagar, ser mal lido pelo Google, não medir nada e ficar abandonado.

Ele não custa trezentos. Custa trezentos mais cada cliente que chegou, não conseguiu clicar no telefone e foi embora — todo mês, por anos.

Como comparar orçamento

Antes de olhar o valor, faça seis perguntas ao fornecedor:

  1. Quem escreve o texto?
  2. Posso ver um site de vocês no meu celular agora?
  3. Qual a nota no PageSpeed de um site de vocês?
  4. Title, description e H1 entram?
  5. Pixel e Analytics entram, com evento marcado?
  6. O que acontece quando o domínio vencer?

O orçamento que responde as seis com clareza costuma ser o mais caro da mesa. E o único que custa uma vez.

O que a gente faz diferente

Medimos antes de propor. O diagnóstico gratuito roda as 24 verificações no que você já tem — e a proposta sai com preço na primeira página, escopo em lista e prazo em data. Sem "sob consulta".