Google Analytics para dono de negócio: os três números que importam
O Analytics tem centenas de relatórios e três números que decidem alguma coisa. Onde encontrar cada um, o que significa, e por que os outros são distração.
DIÁRIO DE OPERAÇÃO
O que a gente aprende instalando site, tráfego e CRM em pequena e média empresa. Sem jargão, com número.
O Analytics tem centenas de relatórios e três números que decidem alguma coisa. Onde encontrar cada um, o que significa, e por que os outros são distração.
Perfil sem post há mais de 90 dias perde ponto. Mas ninguém tem novidade toda semana. Os seis tipos de post que sempre existem, e o ritmo que não vira obrigação.
O Google leva o horário a sério: se ele manda alguém até a sua porta e ela está fechada, ele aprende a mandar menos gente. Feriado, horário especial e o campo que quase ninguém preenche.
Formulário de oito campos no celular é formulário abandonado. Os três campos que resolvem, o teclado certo para cada um, e o erro invisível que faz o contato nunca chegar.
São as duas linhas do resultado de busca. Sem elas, o Google inventa, e inventa mal. O tamanho certo, o que colocar, e o erro que faz a página aparecer com o texto errado.
De todas as causas de lentidão que encontramos, uma sozinha responde pela maioria: foto de celular subida sem comprimir. O tamanho certo, a ferramenta gratuita e o teste antes e depois.
Construtor gratuito não é erro. Erro é usar depois do ponto em que ele começa a trabalhar contra você. Onde fica esse ponto, e os três sinais de que você passou dele.
Não tem resposta em real porque a pergunta está incompleta. Os seis fatores que fazem um site custar três vezes mais que outro — e o que você paga sem perceber quando escolhe o barato.
Nenhuma delas é sofisticada. Todas resolvem o mesmo problema: coisas que precisam acontecer todo dia e dependem de alguém lembrar.
Não é falta de disciplina. É que a memória humana não foi feita para rastrear trinta conversas paralelas com prazos diferentes. Onde o vazamento acontece e como fechar.